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Detalhes do Conto Erotico:

Sempre achei a minha mãe interessante, os comentários dos amigos e familiares invariavelmente foram no sentido de elogiar a sua beleza. Hoje estou com 18 anos de idade, mas a tara que sinto por ela começou há dois anos atrás, então eu tinha 16 anos e a minha mãe 36, ela é linda, alta, mede 1,77m, tem a pele clara e aveludada, cabelos louros e ondulados até a altura dos ombros, olhos verdes, boca carnuda com lábios vermelhos, dentes perfeitos e hálito fresco, abdômen definido, cintura fina, pernas longas e delineadas, peitos firmes e bem desenhados, e um bumbum de parar o transito, redondinho e arrebitado, e o seu rosto então… como é lindo o seu rostinho, tem um ar angelical, ela é realmente perfeita. Sábado de manhã, acordei com o pau duro de tanta vontade que estava de urinar, me dirigi ao banheiro do quarto da minha mãe, já que a descarga do banheiro do meu quarto estava quebrada, adentrei e senti o cheiro perfumado do banho que a minha mãe acabava de tomar, o vidro do boxe ainda estava embaçado com o vapor da água quente, a minha mãe já não estava mais ali, ela tinha descido para preparar o café da manhã, fechei a porta e comecei a urinar, com os olhos percorri todos os detalhes do banheiro e fiquei surpreso de ver que a mamãe deixara a sua calcinha junto das suas roupas que estavam penduradas no cabide, junto à porta do banheiro, estranho, pensei comigo, a mamãe tem por habito lavar suas calcinhas dentro do boxe enquanto toma banho e em seguida desce tudo para a lavanderia. Terminei de urinar e peguei a pequena peça intima, era preta, tipo tanguinha, com delicados detalhes em renda, ainda estava com o calor do seu corpo, curioso, já que nunca tive a oportunidade de cheirar as suas calcinhas, procurei pelo tecido do forro onde fica encostada a boceta e não acreditei ao ver a sua racha ali desenhada, ainda estava úmida dos fluidos vaginais, não resisti e a levei até o meu nariz, cheirei fundo e segurei o ar por um bom tempo para desfrutar o odor do seu sexo, era fortemente marcante mas extremamente delicioso, cheirei repetidas vezes todo o seu odor, o cheiro de fêmea estava ali impregnado, delicioso, divino, acredito que ela estivesse no período fértil pois o liquido que a sua boceta tinha deixado ali era espesso e emanava um cheiro irresistível. Não segurei a vontade e já que estava de pau duro e à vontade levei a calcinha até o meu caralho e encostei a cabeça bem no lugar marcado pela sua vagina e com o resto do tecido cobri o corpo do meu pau, fechei os olhos e comecei a tocar uma deliciosa punheta, imaginava como se a estivesse possuindo, era uma sensação muito gostosa, fazia movimentos de vai e vem como se entrasse e saísse da sua fenda, estava super excitado, o cheiro de sexo e o contato da umidade da sua calcinha no meu pau me levaram ao clímax, rapidamente e sem poder conter o gozo acabei ejaculando e sujando de porra toda a calcinha da mamãe – cacete, estou ferrado e agora o quê e que vou fazer para limpar essa porra? – abri a torneira da pia e molhei e esfreguei a calcinha para tirar o grosso do sêmen que a tinha sujado, depois peguei uma toalha de rosto e a sequei, em seguida a pendurei no mesmo lugar em que estava e sai de fininho de volta para o meu quarto. Tomei o meu banho pensando na mancada que acabara de dar – e se a mamãe descobrir o que fiz, estou frito, devia tomar mais cuidado – A minha consciência também doía – pô! Desejar a minha própria mãe é imoral, o quê é que eu estou fazendo, não está certo. Desci e o café já estava na mesa, estávamos somente eu, sou filho único, e a minha mãe, o meu pai tinha viajado no dia anterior, de monoplano, para a nossa fazenda no interior do Paraná, e nós viajaríamos ao encontro dele, a minha mãe faria a estreia da sua nova caminhonete “cabina dupla”, que acabara de comprar, sairíamos de São Paulo às 10:00 da manhã e estaríamos chegando na fazenda ao anoitecer, por volta das 18:00 horas. O meu pai é bem mais velho que a minha mãe, ele estava com 62 anos e apesar de fazer atividades físicas não conseguia disfarçar a sua idade, a sua maior distração era viajar e cuidar dos afazeres da fazenda. Sentei à mesa e logo a mamãe veio se juntar a mim, ela estava maravilhosamente vestida, trajava uma camisa branca semi transparente, de mangas curtas e abotoada na frente, dava para ver claramente o formato dos seus seios por trás do seu soutien rendado, branco, tipo “meia taça” e uma mini saia preta bem justa, o que acentuava bem os seus atributos. Fiquei olhando o seu belo corpo, o seu andar tão delicado e feminino, sentou à mesa e foi tomando o café que ela tinha preparado – Oi filhinho, como vai, dormiu bem? Acordou disposto para a viagem? – Dormi bem mãe e acordei bem disposto, quero pegar logo essa estrada e sair desta cidade – Que bom, então vamos logo para não chegar muito tarde na fazenda, se não você sabe como é difícil o acesso para chegar lá por aquela estrada de chão!. Minha mãe tinha razão, aquela estrada só dava para encarar num bom carro e ainda com tração nas quatro rodas. Enquanto tomávamos o café eu podia ver as pernas da minha mãe pelo tampo de vidro da mesa, eu fingia que olhava a xícara ou qualquer outra coisa mais na verdade eu fixava o meu olhar naquele belo par de pernas. Conforme ela se mexia na cadeira eu podia ver a pontinha da sua calcinha, era branca e de rendas, parecia fazer conjunto com o soutien, mamãe tinha extremo bom gosto para roupas e não deveria ser diferente com as suas lingeries, ela abria e fechava as pernas, eu ficava louco de desejo, apesar de todo esforço para me conter não conseguia evitar a ereção do meu membro, de tão ereto já me incomodava dentro da calça. A fixação que eu tinha pela minha mãe já estava virando obsessão, não conseguia pensar noutra coisa a não ser nela, no seu corpo lindo, em como seria gostoso possuí-la, enterrar o meu pau bem fundo na sua boceta, eu viajava nos meus pensamentos quando fui interrompido pela voz macia de mamãe. Filhinho, vamos, não temos tempo a perder, vou pegar a mala no meu quarto e já desço para irmos. Está bem mamãe, eu já vou descer a minha bagagem também. Esperei ela subir primeiro e logo me levantei, do jeito que eu estava, de pau duro, não seria bom que ela me visse assim, logo que me acalmei subi para pegar a minha bolsa e vi que a minha mãe estava no banheiro juntando a sua roupa suja – Filho, vem cá! – O que foi mamãe, respondi – O que foi? – Você sabe me dizer o porquê que a minha calcinha está toda molhada desse jeito? – Eu sei lá mãe, como é que eu vou saber? – Olha filho, só estamos nós dois aqui e do jeito que eu deixei a minha calcinha pendurada no cabide não foi esse, ela está toda molhada e ainda tem um cheiro muito estranho nela, o quê é que você fez? não minta para mim! – Eu….. não fiz nada…. só vim fazer xixi no seu banheiro e sai…… foi só isso….. – Olha aqui menino, não minta para mim eu já disse! – Mas que coisa mamãe, o quê é que eu faria com ela, sei lá, vai ver a senhora a deixou cair no vaso e não lembra, sei lá. Neguei até o fim, se ela soubesse o que eu tinha feito com a sua calcinha seguramente me repreenderia, me entregaria para o meu pai e nunca mais falaria comigo. Cacete, pisei na bola, como fui ser tão distraído, que burro, meu!. Visivelmente a minha mãe não tinha ficado nada satisfeita com a minha negativa, mas eu não me delataria, não sou tão idiota assim, pensei. Fomos embora e a longa viagem ficava cada vez mais chata já que a minha mãe não dirigiu sequer uma palavra para mim, ficamos nesse silencio umas três horas, até fazer a primeira parada para almoçarmos. Enquanto almoçávamos a minha mãe só se dirigiu a mim para perguntar o quê é que eu queria para comer, qual o refrigerante que eu queria e essas banalidades, nem uma prosa a mais. Logo seguimos viagem e o silencio continuou, como a sua saia era muito justa mamãe a puxou um pouco para cima deixando aparecer boa parte das suas lindas coxas, eu aproveitava para olha-las já que ela estava com a atenção voltada para a estrada, e assim foi por um bom trecho do caminho, ora ela levantava a saia mais um pouco deixando aparecer a pontinha da sua calcinha, ora a abaixava me deixando só na vontade de ver mais. Chegando no Paraná pegamos varias estradas que conduziam para o sul do estado, o clima tinha mudado bastante desde que saíramos de São Paulo, estava ficando bem frio e começávamos a pegar uma forte chuva. A mamãe parou num posto de gasolina para abastecer e perguntou para o frentista que nos atendia se ele sabia de como é que estava a estrada mais adiante, se havia algum problema por causa da chuva, o rapaz respondeu para ela que fazia dois dias que estava chovendo na região e que varias cidadezinhas tinham ficado isoladas por causa do forte temporal, inclusive que algumas estradas estavam bloqueadas e as que estavam em melhor estado nem os caminhoneiros se arriscavam em passar por elas. Ela não deu muita importância e seguimos a viagem, para mim continuava a mesma tortura, a mamãe deixava, sem querer, à mostra as suas lindas pernas e boa parte da sua calcinha, como a estrada estava ruim e a chuva batia forte no pára-brisas ela se concentrava ainda mais e não desviava os olhos do caminho, isso permitia que eu a olhasse à vontade, ela nem reparava que eu secava as suas pernas, eu estava com o meu pau duro e a pressão no meu jeans me incomodava, já tínhamos andado um bom trajeto, a estrada em que estávamos transitando era quase deserta e de repente a mia mãe se virou para mim e me disse que queria parar em algum lugar para fazer xixi, mas na nossa frente não víamos nenhum posto de gasolina ou lanchonete de beira de estrada, como não agüentava mais a vontade de urinar decidiu que faria no meio do mato, parou a caminhonete e me pediu para que pegasse o guarda-chuvas e a caixa de lenços que estavam no banco detrás, em seguida me pediu para que eu fosse com ela até atras de uma moita. Assim fiz, fechamos o carro e entramos no mato, chovia muito forte e fazia frio, ela me pediu que enquanto ela fizesse o seu xixi que eu ficasse de costas para ela segurando a caixa de lenços e o guarda-chuvas, evidente que ela não queria se molhar, ficou encostada em mim, se protegendo da chuva e foi se aliviando, o barulho da urina batendo no chão me deixou de novo de pau duro, demorou um pouco – que chance de ver a sua bocetinha – não resisti e me virei para vê-la urinando, ela estava agachada e com as pernas abertas, a sua saia estava levantada até o quadril, mas não conseguia ver a sua boceta, apenas via uma parte da sua maravilhosa bunda. – Menino, o quê você pensa que está fazendo, vira já essa cara para lá. – Desculpa mãe, eu só queira ver se a senhora terminou ou não, só isso. – Sei! Já terminei, agora me dá a caixa de lenços para me limpar. Sempre de costas, dei a caixa e ela se limpou e jogou alguns lenços no chão, levantou a calcinha, se arrumou e voltamos juntos para a caminhonete. Continuamos a rodar mas a chuva cada vez mais forte e a estrada toda esburacada foram tirando o ânimo da minha mãe de seguir em frente, passados uns dez minutos da última parada avistamos uma pequena pousada, paramos e fomos falar com a gerente do local. Mamãe perguntou para ela se valia a pena continuar a viagem ou se era melhor dar uma parada e esperar a chuva passar. A mulher olho fixamente para a minha mãe e dando um sorriso lhe disse que mesmo que ela estivesse dirigindo um trator não daria para andar mais do que cinco quilômetros, já que a correnteza de um rio, lá na frente, tinha levado a única ponte que ligava as duas partes da estrada, e mais, que, segundo ela vira na televisão, essa chuva não pararia de cair se não daqui a uns dois ou três dias, por tanto se quiséssemos ficar ali a minha mãe teria que decidir logo pois só tinha sobrado um quarto de casal e mais nada, as demais suites da hospedaria já estavam todas ocupadas por gente que não conseguiu seguir a viagem. Bem, disse a minha mãe, se não tem outra maneira, que assim seja. Pediu para a gerente que tirassem a nossa bagagem do carro e que a levassem até a nossa suite, no que foi prontamente atendida, chegando no quarto a surpresa, só tinha uma cama de casal, nem sofá nem cama de solteiro, apenas uma linda e espaçosa cama de casal, que beleza!. Não adiantou a minha mãe protestar ou pedir uma outra cama, como a gerente já lhe dissera a hospedaria estava lotada e não tinha mais nada disponível, então arrumamos as nossas roupas e a mamãe aproveitou para ligar pelo celular para a fazenda, depois de muita insistência consegui falar com o papai e explicou tudo o que se passara, o meu pai achou que o mais prático que ela poderia fazer era ficar na pousada esperando o tempo melhorar ou dar meia volta e regressar à São Paulo. À Essa altura a noite já estava caindo e a mamãe preferiu que ficássemos, foi para o banho e fechou a porta com chave, não passou muito tempo e pela janela do quarto se viu um clarão de um trovão seguido de uma forte explosão, em seguida acabou a força, ficamos sem luz, na maior penumbra, a minha mãe saiu do banheiro assustada, ainda vestida – Filho, vá la embaixo ver o quê é que aconteceu, a luz acabou e eu não consegui encher a banheira com água quente, vê o que está ocorrendo. Fui lá embaixo e a resposta para as perguntas da mamãe não poderiam ser outras se não que um transformador tinha sido atingido por um raio. Previsão para voltar a força: nenhuma. Providenciei umas velas e voltei para o quarto, expliquei a ela que ficaríamos essa noite sem luz e sem aquecimento, ela ficou louca da vida, mas fazer o quê, né? – Olha filho, vou deixar a porta aberta para que entre mais luz, vou tomar o meu banho. – Vai mamãe, leva uma vela com você também. Entrou no banheiro e, de costas para mim, começou a tirar a sua roupa, vagarosamente desabotoou a camisa e a tirou, desceu o zíper da saia e a deixou cair, ficou somente de calcinha e soutien, apesar da penumbra podia ver a luz da vela se refletindo no seu lindo corpo, a sua bunda, que bela…. fazendo sombra nas suas pernas, longas e delineadas, era um espetáculo ímpar. Se virou de frente e viu que eu a observava, abaixou os seus olhos e deu um leve sorriso, olhou para mim por um momento e me disse – Menino, você não tem vergonha de me olhar assim! – O que tem demais olhar a senhora, mamãe! – Olha no estado em que você está, não percebe o que há de errado? – Não, o quê? – Olha o volume da sua calça, você não tem jeito, não é?. Olhei para baixo em direção ao meu membro e vi que o volume da minha calça estava sobressalente, estava de pau duro e ela notava a minha excitação por vê-la assim se despindo. – Não adianta disfarçar filho, olha para você! – Está certo mãe, foi inconsciente, não tive a intenção de….. Para com isso filho, vem até aqui, precisamos conversar. Não acreditei, ela me chamando para ir junto dela – Diga mamãe, o quê foi? – Filho, lá em casa vi que a minha calcinha estava molhada e não era desse jeito que eu a deixei, a tomei em minhas mãos e a cheirei, o odor que tinha nela não era o odor comum do meu sexo, mas um forte cheiro de sêmen, alguém se masturbou usando a minha calcinha para isso, como o seu pai não está conosco e não tinha mais ninguém na nossa casa então quem o fez só poderia ser você, não é? – O quê? por quem a senhora me toma? – Não adianta negar, nem mentir, não foi esse o único procedimento estranho que notei em você hoje, na caminhonete você não parava de olhar as minhas pernas, e quando eu puxava a saia mais para cima, para ter mais liberdade nos meus movimentos, você quase me comia com os olhos, pensa que não notei, que sou ingênua ou tola? – Não sei de nada mãe! – Ah! então vai continuar negando, muito bem, então saia já do banheiro. – Desculpe mãe……. a senhora…….. tem toda razão, não é de hoje que a admiro………. e acho a senhora a mulher mais linda que existe, sempre que posso dou um jeito de vê-la em situações que me permitam ver as suas pernas, os seu seios, qualquer parte do seu corpo que me provoque excitação, eu não resisto e saio em disparada para bater uma punheta em sua homenagem, e olha que nunca a vi nua. – Então o meu menino assume que gosta da mamãe, não é? – Claro que sim, já lhe disse, eu me excito só de sentir o seu perfume, imagine então quando vi a sua calcinha pendurada dando sopa para mim! – Que menino tarado que eu tenho, não sabia que você me admirava tanto assim, você não sabe que isso é pecado? – Sei mamãe, mas o quê é que eu posso fazer, eu desejo a senhora, olhe, me desculpe o que vou dizer, mas só de vê-la de calcinha e soutien estou quase gozando nas calças. – Vem aqui meu nené, já que você tem essa fixação vou tentar te ajudar, vem perto de mim e me abrace. Não acreditei, o que mais desejava estava se apresentando para mim sem que eu forçasse qualquer situação, que maravilha!. Mamãe estava em pé apoiada na pia do banheiro, cheguei bem pertinho e passei os meus braços pela sua cintura, senti a sua pele macia e perfumada, encostei o meu rosto no dela e a apertei de encontro a mim. – Olha meu menino, quero que você me escute, me entenda e não me interprete mal, o seu pai é bem mais velho do eu, ele não me procura como antes, há pelo menos dois anos que não temos mais relações, a não ser um beijo aqui ou um carinho ali, mais nada, entende?, nunca procurei me saciar com outro homem, jamais trairia o seu pai, mesmo que se passem mais vinte anos sem que nos toquemos, ele merece todo o meu respeito, ele é um bom homem e não merece a minha traição. Filho, eu estou super carente mas como te disse não tenho coragem de trair o teu pai, e muito menos cometer incesto com você, meu nené. – Mãe pára com isso, para quê então me chamou e pediu que a abraçasse? Como a senhora vai me ajudar? – Calma filho, eu disse que não cometeria incesto, certo? Mas nada impede que nos toquemos, sem maiores contatos íntimos, entende? – Não mãe, não entendo, me explica ou me mostra por favor!. Ela pegou a minha mão e a levou ao meio das suas pernas, foi subindo com ela até alcançar a sua boceta por cima da calcinha. – filho, toca a minha bocetinha, olha que delicia que é, toca de leve, isso assim, agora passa o seu dedo médio bem na minha fenda, assim, mas não me toque por debaixo da calcinha, está entendido? Tá, mas por quê não posso tocá-la por debaixo da sua calcinha, o quê é que tem? – Meu nené, já te disse, não quero cometer incesto e nem adultério, então eu acho que desta forma não o estou fazendo, fico sem culpa, entende? – Não, não entendo! – Olha filho, pelo caminho vim pensando muito no que você fez hoje de manhã, se masturbar com a minha calcinha e sobre o seu comportamento quando paramos para que eu fizesse xixi, você querendo me ver, sabe……sem querer fiquei excitada, pensamentos pecaminosos vieram à minha cabeça, mas eu consigo me controlar, se você não quiser me tocar, tudo bem, vamos parar o que mal começou! – Não mamãe, vamos continuar e ver onde tudo isto vai dar. Eu comecei a esfregar os meus dedos bem de leve por sobre a sua calcinha, forçava o dedo médio tentando entrar no túnel da sua vagina, era muito prazeroso tocá-la dessa maneira, eu sentia a toda a fenda da sua boceta no toque dos meus dedos, mamãe começava a gemer e pedir…. Filho, passa esses dedinhos na minha bocetinha bem devagar, iiisssssooooo, asssiiimmmm, ohhh, como você sabe mexer gostoso, agora põe essa sua outra mão no meu peito, por sobre o soutien, isso toca o meu mamilo, belisca, aaaaahhhhhh, mexe no meu mamilo, aasssiiimmmm, isssoooo, filhinho beija o meu pescoço, o meu rosto….. E eu fui mexendo nos seus peitos e na sua boceta, ela gemia no meu ouvido…aaaahhhhhhhhh filhinho lindo, mexe rápido iiiissssooo, mexe esses seus dedos para frente e para traz bem depressa, iiiisssoooo, como se você estivesse me comendo filho….. faz pressão com os seus dedos, aaaaaaahhhhhhhhh, vou gozar na sua mãozinha meu nené……. como você aprende fácil, toca a minha bocetinha com gosto filho……aaaaaahhhhhhh…..uuuummmmmmmmm, estou gozando filhooooooo…….aaaaaaaahhhhhhh…. E ela gozou na minha mão gemendo alto no meu ouvido…………..o quê aconteceu a seguir vocês podem bem imaginar, mas num próximo relato dou todos os detalhes…….Ok?



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